Até o talo

Já que quando você escutou, você não percebeu, desfrute agora esse lindo trecho da música realmente popular brasileira.

“mas tome cuidado                                                                                                                             com o cabo da vassoura                                                                                                                        é pior do que cenoura                                                                                                                    você pode se dar mal”

(Grupo Molejo – Dança da Vassoura)

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Sonho

Num mundo ideal, os discursos de colação de grau teriam no máximo 144 caracteres.

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Bodes expiatórios

Minha cabeça é uma loucura, uma incoerência. Quero mudar o mundo sem ao menos resolver os meus problemas internos, os meus conflitos.

Inconscientemente, externo as minhas angústias, frustrações, culpando tudo e todas pela percepção desfavorável que tenho da realidade. Logo, tenho de mudá-los. Afinal, eles são os responsáveis por tudo. Não reconheço minha parte nesse processo, não reconheço os meus erros, nem ao menos os identifico. Se não os identifico, como poderei refletir sobre eles e mudar o meu próprio comportamento?

Portanto, o mais fácil, o único caminho possível, é mudar os outros. Os seus comportamentos, as suas lógicas, os seus modos de produção, os seus meios de comunicação.

Não consigo perceber que para poder mudar os outros, mudar a realidade, tenho primeiro que me conhecer, tenho primeiro que me curar.

E segue o jogo.

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Realidades noturnas

Há duas semanas sonhei que estava voando sobre a Asa Norte à noite. Meus companheiros de voo eram três grifos gigantes feitos de origamis. Um tentou me bicar, porém dei-lhe um coice e ele saiu “vuado”.

Semana passada sonhei que estava nevando em Brasília. Não era neve natural. Era obra de um mago.

Nessa toada de sonhos surreais, essa semana sonharei com o Botafogo campeão brasileiro e um supermercado que utiliza todos os seus caixas.

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Assopra a bexiga, benhê!!

__________ serve para duas coisas                                                                                             encher o saco e esvaziar                                                                                                                          se está enchendo mais do que esvaziando                                                                                           é porque está na hora de trocar

 

 

 

(Em sua versão original, essa poesia não era interativa. Um substantivo comum ocupava o lugar da lacuna na primeira estrofe. Contudo, com receio de ser tachado de algo que não sou e para fugir da patrulha indiscriminada do politicamente correto, decidi tornar interativa essa linda poesia. Afinal nem todos sabem ler as metáforas, não é mesmo? Então, se você for um futuro órfão da Oi, pode escrever “operadora de telefonia”, por exemplo. Caso você seja um pansexual, “cajueiro do cerrado” é uma ótima opção.)

 

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Grandes traumas da infância #2

Lembrar, assim que acabou o Fantástico, que tem de fazer um mega dever de casa para ser entregue na segunda pela manhã.

Desespero, sono, medo do pai, preguiça. Tudo junto e misturado.

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Why?

Não gosto quando as pessoas dizem “ferpa”, porém tenho um prazer inenarrável ao falar “chinela”.

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Belém-Brasília

Às vezes, no chuveiro, a distância entre Mordor e Winterfell é de apenas meio milímetro. E para alcançá-la, é necessária precisão élfica.

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Mulher de malandro

Calleri, como você pôde fazer isso comigo? Depois de uma noite maravilhosa, depois de ter-me levado ao delírio duas vezes, xingou, esbravejou e saiu da minha noite sem nem se despedir. Sem nem dizer um até logo. Chorei.

Sei que voltará logo. Mas sei, também, que logo irá de uma vez. Trocar-me-á por outro. Mais rico. Claro. Mês que vem? Final do ano? Em breve. Essa é a certeza…

Já estou acostumado. Amoroso, Adriano, Pato, o pegador. Todos esses já me deram grandes alegrias, grandes êxtases. Porém, foi efêmero. Para eles, uma passagem. Para mim, as saudades. A Saudade.

Contrato vitalício, apenas com o patrocinador.

Mas não te culpo. Talvez eu faria o mesmo. Europa, Ferrari, Mônaco. Quem resiste?

Meu consolo? Não só acontece comigo. Adriano já vez isso com inúmeros. Carlito Tevez, o galã, traiu a fiel. Ronaldinho jantava com vários numa mesma semana. Ronaldo jogava nos dois times. A lista é enorme. Assim como a conta.

Bons tempos eram os antigos. Quando o divórcio era mal visto. Desquitado era mal falado. Bem casado era o ideal. Dirceu, Reinaldo, Zico. Só bom de bola. Bons de relacionamento. Você escuta o nome,  vislumbra a torcida. Passaram sim algumas férias em além-mar. Mas sempre voltavam para os braços de sua amada. Sempre.

Agora não. Quando volta, está em fim de carreira. O corpo já não é mais o mesmo. A potência não é mais a mesma. Aquele que rejeitou virou preterido. Então acaba voltando. Não porque quer. Porque não tem opção.

A gente também não têm. Temos a ilusão de reviver aqueles momentos mágicos e únicos. Temos a ilusão de sermos felizes novamente. Ilusão.

Azar no jogo, sorte no amor. Felizmente, neste campo, já encontrei a minha Pelé.

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Buenos dias

Bom dia para você que pede para semana passar rápido e depois reclama que o ano já acabou.

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